Especialista há mais de 20 anos em Tratamento da Dor na Coluna

O Método Dr. Mário de Oliveira ajuda pessoas com dor lombar (localizada e ciática), dor dorsal e dor cervical a recuperar movimento, reduzir crises e voltar à rotina com mais confiança.

Isto soa familiar?

  • Acorda com dor nas costas ou com a coluna “presa”?
  • Tem dor lombar ao fim do dia?
  • Sente formigueiro ou dormência no braço e mão ou na perna e pé?
  • A dor desce para a perna e acha que pode ser ciática?
  • Passa muitas horas sentado e o desconforto vai piorando?
  • Tem dor no pescoço depois de trabalhar ao computador?
  • Já tentou repouso, massagens ou alongamentos, mas o problema volta sempre?

Se respondeu que sim a alguma destas perguntas, provavelmente não precisa de mais uma solução genérica. Precisa de perceber o que está a causar ou a manter a dor e de ter um plano claro para começar a recuperar.

O Método Dr. Mário de Oliveira foi pensado para ajudar pessoas com dor na coluna a:

  • reduzir a dor e a limitação no dia a dia
  • perceber melhor o que está por trás do problema
  • recuperar mobilidade e confiança
  • voltar ao trabalho, treino e rotina com mais segurança
  • prevenir novas crises

Este método é indicado para pessoas que lidam com:

  • dor lombar recorrente
  • dor cervical e tensão no pescoço
  • rigidez ao acordar
  • dor relacionada com trabalho sentado, condução ou esforço físico
  • crises que afetam o sono, o trabalho ou o treino
  • dor que irradia para a perna ou braço
  • ciática (verdadeira ou falsa)
  • formigueiro ou dormência
  • perda de força em casos mais avançados
  • sensação de que a dor “vai e volta” e nunca fica realmente resolvida

Se a dor está a limitar a sua rotina ou se já tentou várias soluções sem perceber bem o que fazer, esta abordagem é o que procura.

Como funciona o Método Dr. Mário de Oliveira?

1. Avaliação especializada da coluna

2. Alívio e primeira intervenção

3. Plano claro de recuperação

4. Prevenção de recaídas

Porque não faço tratamentos genéricos?

Cada pessoa chega com uma história diferente. A mesma dor lombar pode ter origens, gatilhos e necessidades completamente distintas de pessoa para pessoa. Por isso, a abordagem não é igual para todos.

O que esperar da 1ª Avaliação?

“Tenho de viver com esta dor.”

Nem sempre. Em muitos casos, é possível melhorar bastante quando existe uma abordagem mais certa para o problema.

“Só preciso de repouso total.”

Depende da situação. Ficar parado durante demasiado tempo pode até contribuir para manter OU PIORAR a dor.

“Se melhorar, depois volta tudo ao mesmo.”

Quando existe um plano claro e uma estratégia de prevenção, o objetivo é precisamente reduzir a recorrência.

“Não quero ficar dependente de tratamentos.”

Esse também não é o objetivo aqui. O foco é ajudá-lo a melhorar com direção, autonomia e progressão.

Resultados que procuro nos meus pacientes

  • voltar a dormir sem acordar com dor
  • trabalhar sem agravar a lombar ou o pescoço
  • voltar a treinar com mais confiança
  • reduzir episódios repetidos de dor
  • mexer-se melhor no dia a dia
  • sentir que existe um plano e não apenas “mais uma sessão”

Dr. Mário de Oliveira

O Dr Mário de Oliveira acompanha pessoas com dor na coluna, com foco em lombalgia localizada ciática e dor cervical com ou sem irriadiação.

A sua abordagem combina avaliação cuidada, tratamento personalizado e um plano progressivo, com o objetivo de ajudar cada pessoa a recuperar mobilidade, reduzir a dor e voltar à sua rotina com mais confiança.

  • foco em problemas da coluna
  • abordagem individualizada
  • atenção à causa e aos fatores que mantêm a dor
  • objetivo de recuperação e prevenção

Sim, especialmente em casos de dor lombar recorrente, crises associadas ao dia a dia, rigidez ou dor que limita a rotina

Sim. A dor cervical, a tensão no pescoço e o desconforto associado ao trabalho sentado são queixas muito comuns.

Depende do caso. O objetivo é perceber o seu problema, intervir com critério e definir um plano ajustado à sua situação.

Sim, a abordagem pode ser indicada para casos de dor que irradia para a perna, desde que a situação seja devidamente avaliada.

Não. A abordagem é personalizada e depende do seu quadro clínico, objetivos e evolução.

Sim, a abordagem pode ser indicada para casos de dor que irradia para a perna, desde que a situação seja devidamente avaliada.